Para Iris, “você pode ser atraente em qualquer idade. Tentar parecer jovenzinha quando você não é te faz parecer ridícula”. Com roupas coloridas, batom vermelho, acessórios e mais acessórios, ela é tão autêntica que virou modelo, atua em campanhas de marcas de moda internacionais, lançou linha de maquiagem com uma gigante do meio, além de assinar coleções de joias, bolsas, óculos e sapatos para grifes conceituadas. É tão fascinante, que foi tema da exposição no Costume Institute do Metropolitan Museum de Nova York, intitulada Rara Avis: Selection from the Iris Barrel Apfel Collection. De tão encantadora, foi parar no cinema. Foi lançado em abril o documentário Iris, que retrata sua vida, dirigido por Albert Maysles, diretor de clássicos como Gimme Shelter e Grey Gardens. Na telona, para confirmar sua autenticidade, ela nos brinda com mais uma de tantas lições: “Sabia que jamais seria bonita, mas tinha um trunfo mais importante: estilo. Basta ter atitude e ser você mesmo”. Sábia, casada com Carl Apfel, de 97, há mais de 60 anos, Iris não abre mão de ser quem é.
Ser bela é ser jovem? Mulheres mostram que idade não deve definir a forma como se colocam no mundo.
Mulher de negócios, designer de interiores e ícone da moda, a novaiorquina Iris Apfel, de 93 anos, é símbolo contemporâneo da mulher que sabe envelhecer. Conhecida pelo estilo nada convencional, ela é daquelas pessoas que não permitem que a idade defina seu jeito de vestir, agir e se comportar. Com personalidade e atitude, essa senhora é admirada ao redor do mundo por ser ela mesma, sem se importar com o que os outros vão pensar. Com língua afiada e humor ácido, conhecido por frases memoráveis, ela se define como uma “estrela geriátrica” e diz concordar com a estilista francesa Coco Chanel, uma das personalidades mais importantes do século 20, que declarou: “Nada faz uma mulher parecer tão velha quanto tentar desesperadamente parecer jovem”.
Para Iris, “você pode ser atraente em qualquer idade. Tentar parecer jovenzinha quando você não é te faz parecer ridícula”. Com roupas coloridas, batom vermelho, acessórios e mais acessórios, ela é tão autêntica que virou modelo, atua em campanhas de marcas de moda internacionais, lançou linha de maquiagem com uma gigante do meio, além de assinar coleções de joias, bolsas, óculos e sapatos para grifes conceituadas. É tão fascinante, que foi tema da exposição no Costume Institute do Metropolitan Museum de Nova York, intitulada Rara Avis: Selection from the Iris Barrel Apfel Collection. De tão encantadora, foi parar no cinema. Foi lançado em abril o documentário Iris, que retrata sua vida, dirigido por Albert Maysles, diretor de clássicos como Gimme Shelter e Grey Gardens. Na telona, para confirmar sua autenticidade, ela nos brinda com mais uma de tantas lições: “Sabia que jamais seria bonita, mas tinha um trunfo mais importante: estilo. Basta ter atitude e ser você mesmo”. Sábia, casada com Carl Apfel, de 97, há mais de 60 anos, Iris não abre mão de ser quem é.
Para Iris, “você pode ser atraente em qualquer idade. Tentar parecer jovenzinha quando você não é te faz parecer ridícula”. Com roupas coloridas, batom vermelho, acessórios e mais acessórios, ela é tão autêntica que virou modelo, atua em campanhas de marcas de moda internacionais, lançou linha de maquiagem com uma gigante do meio, além de assinar coleções de joias, bolsas, óculos e sapatos para grifes conceituadas. É tão fascinante, que foi tema da exposição no Costume Institute do Metropolitan Museum de Nova York, intitulada Rara Avis: Selection from the Iris Barrel Apfel Collection. De tão encantadora, foi parar no cinema. Foi lançado em abril o documentário Iris, que retrata sua vida, dirigido por Albert Maysles, diretor de clássicos como Gimme Shelter e Grey Gardens. Na telona, para confirmar sua autenticidade, ela nos brinda com mais uma de tantas lições: “Sabia que jamais seria bonita, mas tinha um trunfo mais importante: estilo. Basta ter atitude e ser você mesmo”. Sábia, casada com Carl Apfel, de 97, há mais de 60 anos, Iris não abre mão de ser quem é.






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