Cerca de cinco mil Unidades Básicas de Saúde (UBS) do país receberam do Ministério da Saúde, 25 mil computadores. A medida beneficia mais de 15,1 milhões de brasileiros atendidos por essas unidades, distribuídas em 486 municípios e 17 estados. O equipamento reunirá, por meio do prontuário eletrônico, todas as informações de acolhimento do paciente nas diferentes áreas, como pediatria e ginecologia, possibilitando que o profissional de saúde possa ter acesso de forma mais rápida e organizada às informações, o que dará maior agilidade no atendimento. O Ministério da Saúde investiu R$ 91,2 milhões na aquisição dos computadores.
Veja os municípios contemplados
Atualmente, grande parte das UBS contempladas registra o histórico do paciente de forma manual, em papel. A utilização de sistema eletrônico amplia o acesso e a qualidade da assistência prestada à população, tornando o atendimento mais eficiente. Os computadores entregues já trazem a nova versão do prontuário eletrônico para a atenção básica, que foi disponibilizado pela pasta a partir do último mês de julho. Todos os municípios do país e as 40,7 mil Unidades Básicas de Saúde existentes podem acessar gratuitamente a versão 2.0 do software (e-SUS AB), que traz novas funcionalidades.
Para o ministro da Saúde, Arthur Chioro, é importante que os municípios mantenham a versão do e-SUS AB atualizada. “Nossa prioridade é tornar cada vez melhor o acompanhamento dos pacientes atendidos no Sistema Único de Saúde, reunindo em um único sistema todo o histórico de atendimento de cada cidadão. Isso representa agilidade e organização tanto para o usuário dos serviços públicos de saúde quanto para os profissionais de saúde. Sabemos que com saúde todo ganho de tempo é importante. A medida também vai ajudar ainda mais no fluxo de transmissão das informações entre município e Ministério da Saúde”, destaca o ministro.
A estratégia integra o Projeto de Formação e Melhoria da Qualidade de Rede de Atenção à Saúde (QualiSUS-Rede), que envolve os 17 estados priorizados na distribuição dos computadores em projetos para o desenvolvimento de iniciativas de inovação e qualidade da gestão do SUS e do cuidado ao usuário. Todos os 486 municípios beneficiados aderiram à iniciativa. Foram também distribuídas 5.088 impressoras térmicas capazes de imprimir o Cartão Nacional do SUS na hora, agilizando o atendimento do paciente. A modernização dos processos também representa ganho para os profissionais de saúde na hora da coleta e consolidação das informações pelo sistema.
A plataforma 2.0 foi desenvolvida a partir de convênio entre o Ministério da Saúde e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O software é capaz de organizar a gestão do funcionamento das unidades básicas, além de permitir que todo o histórico do paciente fique reunido no prontuário eletrônico sem necessidade de papel. Dos 25 mil computadores, 4,9 mil são servidores, ou seja, conseguem armazenar os dados colhidos em todos os computadores da unidade de saúde.
NOVAS FUNCIONALIDADES - Com a nova versão, os profissionais de saúde passam a ter acesso a novos módulos de acompanhamento ao paciente, como o campo de pré-natal, onde são adicionadas informações importantes sobre a mulher nesta condição em um cartão digital dentro do prontuário eletrônico. São informações que podem ser acompanhadas por profissionais que realizam esse procedimento. No módulo de saúde bucal, os cirurgiões dentistas poderão interagir com um odontograma eletrônico, onde são feitos registros da situação de cada dente do paciente garantindo a continuidade do cuidado em saúde bucal a cada atendimento. Antes da versão 2.0 do prontuário eletrônico esse acompanhamento era feito manualmente.
Os gestores municipais também poderão acompanhar a demanda de trabalhadores e gestores das unidades de saúde pelo prontuário eletrônico 2.0 porque nele estará registrada a produção de cada profissional da equipe. Além disso, a nova versão vem com um aplicativo para tabletes na plataforma Android que poderá ser utilizado pelos Agentes Comunitários de Saúde nas atividades de cadastramento de indivíduos, domicílios, além do registro das visitas domiciliares.
SISAB - O Ministério da Saúde vem adotando medidas para estruturar o Sistema de Informação da Atenção Básica em nível nacional com o objetivo de informatizar o processo de trabalho e qualificar a informação. Por isso, até janeiro de 2016, todas as mais de 40,7 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS) do país deverão encaminhar informações de procedimentos das unidades pelo Sistema de Informação em Saúde para Atenção Básica (SISAB). O objetivo do Ministério é integrar os diversos sistemas de informação oficiais existentes, reduzindo a necessidade de registrar informações similares em mais de um instrumento (fichas/sistemas).
Veja os municípios contemplados
Atualmente, grande parte das UBS contempladas registra o histórico do paciente de forma manual, em papel. A utilização de sistema eletrônico amplia o acesso e a qualidade da assistência prestada à população, tornando o atendimento mais eficiente. Os computadores entregues já trazem a nova versão do prontuário eletrônico para a atenção básica, que foi disponibilizado pela pasta a partir do último mês de julho. Todos os municípios do país e as 40,7 mil Unidades Básicas de Saúde existentes podem acessar gratuitamente a versão 2.0 do software (e-SUS AB), que traz novas funcionalidades.
Para o ministro da Saúde, Arthur Chioro, é importante que os municípios mantenham a versão do e-SUS AB atualizada. “Nossa prioridade é tornar cada vez melhor o acompanhamento dos pacientes atendidos no Sistema Único de Saúde, reunindo em um único sistema todo o histórico de atendimento de cada cidadão. Isso representa agilidade e organização tanto para o usuário dos serviços públicos de saúde quanto para os profissionais de saúde. Sabemos que com saúde todo ganho de tempo é importante. A medida também vai ajudar ainda mais no fluxo de transmissão das informações entre município e Ministério da Saúde”, destaca o ministro.
A estratégia integra o Projeto de Formação e Melhoria da Qualidade de Rede de Atenção à Saúde (QualiSUS-Rede), que envolve os 17 estados priorizados na distribuição dos computadores em projetos para o desenvolvimento de iniciativas de inovação e qualidade da gestão do SUS e do cuidado ao usuário. Todos os 486 municípios beneficiados aderiram à iniciativa. Foram também distribuídas 5.088 impressoras térmicas capazes de imprimir o Cartão Nacional do SUS na hora, agilizando o atendimento do paciente. A modernização dos processos também representa ganho para os profissionais de saúde na hora da coleta e consolidação das informações pelo sistema.
A plataforma 2.0 foi desenvolvida a partir de convênio entre o Ministério da Saúde e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O software é capaz de organizar a gestão do funcionamento das unidades básicas, além de permitir que todo o histórico do paciente fique reunido no prontuário eletrônico sem necessidade de papel. Dos 25 mil computadores, 4,9 mil são servidores, ou seja, conseguem armazenar os dados colhidos em todos os computadores da unidade de saúde.
NOVAS FUNCIONALIDADES - Com a nova versão, os profissionais de saúde passam a ter acesso a novos módulos de acompanhamento ao paciente, como o campo de pré-natal, onde são adicionadas informações importantes sobre a mulher nesta condição em um cartão digital dentro do prontuário eletrônico. São informações que podem ser acompanhadas por profissionais que realizam esse procedimento. No módulo de saúde bucal, os cirurgiões dentistas poderão interagir com um odontograma eletrônico, onde são feitos registros da situação de cada dente do paciente garantindo a continuidade do cuidado em saúde bucal a cada atendimento. Antes da versão 2.0 do prontuário eletrônico esse acompanhamento era feito manualmente.
Os gestores municipais também poderão acompanhar a demanda de trabalhadores e gestores das unidades de saúde pelo prontuário eletrônico 2.0 porque nele estará registrada a produção de cada profissional da equipe. Além disso, a nova versão vem com um aplicativo para tabletes na plataforma Android que poderá ser utilizado pelos Agentes Comunitários de Saúde nas atividades de cadastramento de indivíduos, domicílios, além do registro das visitas domiciliares.
SISAB - O Ministério da Saúde vem adotando medidas para estruturar o Sistema de Informação da Atenção Básica em nível nacional com o objetivo de informatizar o processo de trabalho e qualificar a informação. Por isso, até janeiro de 2016, todas as mais de 40,7 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS) do país deverão encaminhar informações de procedimentos das unidades pelo Sistema de Informação em Saúde para Atenção Básica (SISAB). O objetivo do Ministério é integrar os diversos sistemas de informação oficiais existentes, reduzindo a necessidade de registrar informações similares em mais de um instrumento (fichas/sistemas).
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Mais da metade dos partos cesáreos realizados no país são agendados enquanto a grávida ainda está na fase do pré-natal. Pesquisa do Ministério da Saúde, realizada em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que 53,5% dos partos foram marcados com antecedência, ainda durante o pré-natal, e que mais da metade (55,3%) foram cirurgias cesarianas. No Sistema Único de Saúde (SUS), 35,79% agendaram o parto cesáreo e no sistema privado, 74,16%. Mais da metade dessas mulheres (56,1%) têm ensino fundamental completo, e 38,3% sem instrução e fundamental incompleto. Para quem fez o parto vaginal, 65,3% não tinham instrução e ou nível fundamental incompleto e 39,3%, tinham nível escolar fundamental completo.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, ressalta que “as cirurgias cesarianas agendadas, feitas sem a indicação técnica adequada, sem que a mulher sequer entre em trabalho de parto, aumentam a probabilidade de surgimento de problemas respiratórios para o recém-nascido, em 25% os óbitos infantis neonatais e triplicam o risco de morte materna”. De acordo com o ministro, o Ministério da Saúde recomenda que a forma de nascimento seja decidida, de forma conjunta, entre a mulher e o profissional de saúde (médico, enfermeira obstetra, obstetriz).
Por meio da estratégia Rede Cegonha, lançada em 2011, o governo federal tem incentivado o parto normal humanizado e intensificado a assistência integral à saúde de mulheres e crianças, desde o planejamento reprodutivo, passando pela confirmação da gravidez, pré-natal, parto, pós-parto, até o segundo ano de vida do filho. Atualmente integra a estratégia 5.488 municípios aderidos das 27 Unidades Federativas. Dos 2.905.789 partos no Brasil em 2012, 55,6% foram por cesarianas. Já dos 1.877.505 partos no SUS, 40% foram por cesarianas. Dos 502.812 partos realizados na saúde suplementar, 84,6% foram por cesarianas. O Ministério da Saúde já destinou R$ 3,1 bilhõespara o desenvolvimento de ações do Rede Cegonha (do total de R$ 9,4 bilhões).
A Pesquisa estimou em 13 anos a idade média da primeira menstruação, sem distinção entre as Grandes Regiões do País. Contatou-se que do total de mulheres de 18 a 49 anos, sexualmente ativas nos últimos 12 meses, 61,1% fez uso de métodos anticoncepcionais, 69,2% ficaram grávidas alguma vez na vida e a idade média da primeira gravidez foi de 21 anos. O SUS garante o acesso a vasectomias e a laqueaduras, além da compra e distribuição gratuita de diversos métodos contraceptivos. De 2011 a 2015, foram distribuídos 2,4 bilhões de preservativos masculinos, 77,6 milhões de cartelas de pílulas combinadas, 1,4 milhão de unidades de DIU, entre outros métodos.
PRÉ-NATAL - A realização do pré-natal também foi diagnosticada pela Pesquisa Nacional de Saúde. Essencial para garantir uma gestação saudável e um parto seguro, o acompanhamento foi realizado por 97,4% das mulheres que tiveram o último parto no período de 28.07.2011 a 27.07.2013. Do total, 83,7% o iniciaram com menos de 13 semanas de gestação e 87,8% tiveram seis ou mais consultas. E ainda 69,2% declararam ter recebido orientação sobre sinais de risco na gravidez; 82,4% tiveram orientação sobre aleitamento materno; 74,9% foram informadas sobre o serviço de saúde a que deveriam ir ao momento do parto e 97,9% tiveram o último parto em hospital ou maternidade (menor percentual na região Norte 75,6% e maior na Sul 99,7%).
Questionadas pelos exames realizados durante o pré-natal, 97,3% das gestantes declararam ter feito exame de sangue; 88,8% informaram que foi solicitado exame de HIV; 98,1% realizaram exame de urina e 97,7% fizeram ao menos um exame de ultrassonografia.
Em 2014 foram realizadas mais de 20 milhões de consultas de pré-natal pelo SUS, o que representa aumento de 105% em relação a 2003 (9,7 milhões de consultas). Em 2013, foram 18.971.888 consultas. Em 2012, 18.096.326. Para fazer o pré-natal, a mulher deve se dirigir a Unidade Básica de Saúde (UBS) Mais próxima da sua residência. Atualmente, o Brasil possui 40.749 UBS.
PROMOÇÃO DA SAÚDE - “Da saúde se cuida todos os dias”, esse é o tema da campanha do Ministério da Saúde lançada em abril deste ano. Ao todo, 90 municípios estão promovendo uma série de atividades com o objetivo de chamar a atenção da população para a importância da prática regular de exercícios, como forma eficaz de evitar doenças e mortes. O sedentarismo está fortemente relacionado ao aparecimento de doenças como o excesso de peso, obesidade, diabetes e hipertensão.
PREVENÇÃO – Os cuidados com a saúde e a realização de exames preventivos também estiveram no diagnóstico da PNS. Estima-se que 79,4% das mulheres de 25 a 64 anos fizeram exame preventivo para câncer de colo de útero nos últimos três anos, com maior proporção na região Sul (83,0%) e menor a Nordeste (75,1%). Dentre as que não fizeram o exame, 45,6% declarou não achar necessário, 20,7% nunca haviam sido orientadas nesse sentido, e 9,7% declararam ter vergonha de fazê-lo.
O exame preventivo, conhecido como Papanicolau, favorece o diagnostico precoce do câncer do colo do útero, além de outras infecções que precisam ser tratadas. Se diagnosticado na fase inicial, as chances de cura podem atingir resultados muito satisfatórios. A recomendação do Ministério da Saúde é de que toda mulher que tem ou já teve atividade sexual deve submeter-se a exame preventivo periódico. Em 2014 foram realizados 9,3 milhões de exames Papanicolau. Para isso, o Ministério da Saúde repassou R$ 65,5 milhões aos estados e municípios.
Segundo a PNS, 60% das mulheres de 50 a 69 anos fizeram mamografia nos últimos dois anos anteriores à pesquisa, com maior proporção na região Sudeste (67,9%), entre brancas (66,2%) e com ensino superior completo (80,9%). As menores proporções foram em mulheres pretas (54,2%), pardas (52,9%) e sem instrução ou com fundamental incompleto (50,9%). Em 2014, no geral, foram realizadas 4,3 milhões de mamografias, 41,8% a mais em relação a 2010, quando foram registradas 3 milhões de exames. Considerando a faixa prioritária o aumento foi 61,9%, passando de 1,5 milhão para 2,5 milhões de mamografias. Em 2014, foram investidos R$ 194 milhões.
PNS – Todos os dados integram o terceiro volume da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) feita em 64 mil domicílios em 1.600 municípios de todo o país entre agosto de 2013 e fevereiro de 2014. O estudo é considerado o mais completo inquérito de saúde do Brasil. A pesquisa serve de base para que o Ministério da Saúde possa traçar suas políticas públicas para os próximos anos. Durante o levantamento, foram coletadas informações sobre toda a família a partir de entrevistas válidas para 205 mil indivíduos em domicílio, escolhidos por meio de sorteio entre os moradores da residência para responder ao questionário.
Notícias
As relações entre Brasil e Alemanha na área de saúde irão se estreitar. Os ministros da Saúde dos dois países se reuniram, nesta quinta-feira (20), em Brasília, para definir nova agenda de prioridades conjuntas e fortalecer relação entre os dois países em diversas áreas da saúde. Temas como biotecnologia, regulação, sistema de ouvidoria, órteses e próteses, estiveram na pauta do encontro. Durante a reunião, os ministros assinaram carta de intenções que formaliza os compromissos pactuados e define uma ampla agenda de ação conjunta em temas priorizados pelos dois governos. A reunião faz parte da visita da chanceler alemã, Angela Merkel, e da delegação do país ao Brasil.
“Nós queremos aprimorar os processos de vigilância sanitária e dar continuidade a parcerias de desenvolvimento produtivo já em curso de fitoterápicos. Aprofundaremos debates sobre a inclusão de novas tecnologias. Enfim, um conjunto de iniciativas capazes de extrair o que cada país tem de melhor e, a partir dessa cooperação, cuidar melhor de nossos sistemas de saúde” explicou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.
A reunião deu prioridade para a discussão do setor de biotecnologia. Foi discutida a possibilidade de desenvolvimento de pesquisas e de projetos de P&D (pesquisa e desenvolvimento) com instituições e empresas alemãs nas áreas de biossistemas, engenharia de bioprocessos e biofármacos.
Um dos destaques do encontro foi serviço de ouvidoria e assistência 24 horas. A expectativa é uma cooperação para conhecer a tecnologia do número de telefone alemão 115, que centraliza toda e qualquer informação governamental a serviço dos cidadãos. A tecnologia por trás do serviço é do interesse do Brasil para otimização do planejamento do multi-canal do SUS, com foco em armazenamento de informações (banco de dados de uso direto dos atendentes) e estudo da tecnologia empregada em um canal único de alcance nacional.
Outra área importante priorizada foi a cooperação tecnológica na área de órteses e próteses. A ideia é estabelecer cooperações em biomateriais, produção industrial e desenvolvimento tecnológico brasileiro neste campo, além de focar em regulação de preços, custo-efetividade e capacidade de absorção. No Brasil, o mercado nacional de produtos médicos movimentou R$ 19,7 bilhões em 2014, sendo 20% de dispositivos médicos implantáveis (R$ 4 bilhões). Há um número crescente de novos produtos no país – são lançados 14 mil itens por ano (nos EUA, é oito mil) – e o setor deve crescer 15% ao ano nos próximos cinco anos nos países emergentes, acima da média de outros segmentos da economia.
“Recebemos de braços abertos a cooperação com o Brasil. Os dois países, Brasil e Alemanha, já mantém parceria há muito tempo, o que beneficia os nossos povos e contribui para o desenvolvendo dos nossos sistemas de saúde, com sustentabilidade econômica. Estou convicto de que nossa parceria ganhou novo impulso” destacou o ministro da saúde da Alemanha, Hermann Gröhe.
Também foram abordados outros assuntos prioritários para o Brasil - como controle de qualidade e eficiência do sistema de saúde, com foco em monitoramento, transparência, efetividade e otimização dos serviços de saúde - além do fortalecimento da gestão e políticas de saúde para o envelhecimento e nutrição.
PANORAMA BRASIL-ALEMANHA – A Alemanha é o quarto maior parceiro comercial do Brasil, após a China, os EUA e a Argentina. Em um período de pouco mais de 10 anos, o comércio entre os dois países passou de US$ 7,43 bilhões, em 2003, para US$ 20,47 bilhões, em 2014, elevação de 175%.
A visita da presidenta Dilma Rousseff à Alemanha, em março de 2012, deu novos moldes à parceria estratégica já existente, estabelecida em 2002. O encontro foi marcado pela participação brasileira no Centro de Automação, Tecnologia da Informação e Telecomunicações (CeBIT), que teve o Brasil como país-tema, e demonstrou o interesse brasileiro em dirigir o foco prioritário da cooperação bilateral a temas como inovação, educação e pequenas e médias empresas (PMEs).
Em janeiro de 2013, em encontro que mantiveram paralelamente à cúpula CELAC-EU (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos e União Europeia), a presidenta Dilma e a chanceler alemã Angela Merkel concordaram em estabelecer mecanismo de consultas de alto nível, nos moldes dos que a Alemanha mantém apenas com poucos países (China, Espanha, França, Índia, Israel, Itália, Polônia e Rússia). Além de permitir avaliação e promoção da cooperação em áreas como o comércio, investimentos, infraestrutura, ciência e tecnologia, educação, energia, defesa e meio ambiente, o mecanismo ainda deverá contribuir para aprofundar a concentração de ideias no campo político.
O Brasil reconhece na Alemanha parceiro central para garantir novo salto de competitividade, ancorado na capacitação tecnológica e na inovação. A economia alemã é a maior da Europa e a quarta maior do mundo, depois de EUA, China e Japão. O país conta com força de trabalho altamente qualificada, o que lhe permite especializar-se na produção de bens de alta e média tecnologia (sobretudo máquinas, equipamentos, produtos químicos, farmacêuticos e automóveis), respondendo a indústria por cerca de 30% do PIB alemão.
“Nós queremos aprimorar os processos de vigilância sanitária e dar continuidade a parcerias de desenvolvimento produtivo já em curso de fitoterápicos. Aprofundaremos debates sobre a inclusão de novas tecnologias. Enfim, um conjunto de iniciativas capazes de extrair o que cada país tem de melhor e, a partir dessa cooperação, cuidar melhor de nossos sistemas de saúde” explicou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.
A reunião deu prioridade para a discussão do setor de biotecnologia. Foi discutida a possibilidade de desenvolvimento de pesquisas e de projetos de P&D (pesquisa e desenvolvimento) com instituições e empresas alemãs nas áreas de biossistemas, engenharia de bioprocessos e biofármacos.
Um dos destaques do encontro foi serviço de ouvidoria e assistência 24 horas. A expectativa é uma cooperação para conhecer a tecnologia do número de telefone alemão 115, que centraliza toda e qualquer informação governamental a serviço dos cidadãos. A tecnologia por trás do serviço é do interesse do Brasil para otimização do planejamento do multi-canal do SUS, com foco em armazenamento de informações (banco de dados de uso direto dos atendentes) e estudo da tecnologia empregada em um canal único de alcance nacional.
Outra área importante priorizada foi a cooperação tecnológica na área de órteses e próteses. A ideia é estabelecer cooperações em biomateriais, produção industrial e desenvolvimento tecnológico brasileiro neste campo, além de focar em regulação de preços, custo-efetividade e capacidade de absorção. No Brasil, o mercado nacional de produtos médicos movimentou R$ 19,7 bilhões em 2014, sendo 20% de dispositivos médicos implantáveis (R$ 4 bilhões). Há um número crescente de novos produtos no país – são lançados 14 mil itens por ano (nos EUA, é oito mil) – e o setor deve crescer 15% ao ano nos próximos cinco anos nos países emergentes, acima da média de outros segmentos da economia.
“Recebemos de braços abertos a cooperação com o Brasil. Os dois países, Brasil e Alemanha, já mantém parceria há muito tempo, o que beneficia os nossos povos e contribui para o desenvolvendo dos nossos sistemas de saúde, com sustentabilidade econômica. Estou convicto de que nossa parceria ganhou novo impulso” destacou o ministro da saúde da Alemanha, Hermann Gröhe.
Também foram abordados outros assuntos prioritários para o Brasil - como controle de qualidade e eficiência do sistema de saúde, com foco em monitoramento, transparência, efetividade e otimização dos serviços de saúde - além do fortalecimento da gestão e políticas de saúde para o envelhecimento e nutrição.
PANORAMA BRASIL-ALEMANHA – A Alemanha é o quarto maior parceiro comercial do Brasil, após a China, os EUA e a Argentina. Em um período de pouco mais de 10 anos, o comércio entre os dois países passou de US$ 7,43 bilhões, em 2003, para US$ 20,47 bilhões, em 2014, elevação de 175%.
A visita da presidenta Dilma Rousseff à Alemanha, em março de 2012, deu novos moldes à parceria estratégica já existente, estabelecida em 2002. O encontro foi marcado pela participação brasileira no Centro de Automação, Tecnologia da Informação e Telecomunicações (CeBIT), que teve o Brasil como país-tema, e demonstrou o interesse brasileiro em dirigir o foco prioritário da cooperação bilateral a temas como inovação, educação e pequenas e médias empresas (PMEs).
Em janeiro de 2013, em encontro que mantiveram paralelamente à cúpula CELAC-EU (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos e União Europeia), a presidenta Dilma e a chanceler alemã Angela Merkel concordaram em estabelecer mecanismo de consultas de alto nível, nos moldes dos que a Alemanha mantém apenas com poucos países (China, Espanha, França, Índia, Israel, Itália, Polônia e Rússia). Além de permitir avaliação e promoção da cooperação em áreas como o comércio, investimentos, infraestrutura, ciência e tecnologia, educação, energia, defesa e meio ambiente, o mecanismo ainda deverá contribuir para aprofundar a concentração de ideias no campo político.
O Brasil reconhece na Alemanha parceiro central para garantir novo salto de competitividade, ancorado na capacitação tecnológica e na inovação. A economia alemã é a maior da Europa e a quarta maior do mundo, depois de EUA, China e Japão. O país conta com força de trabalho altamente qualificada, o que lhe permite especializar-se na produção de bens de alta e média tecnologia (sobretudo máquinas, equipamentos, produtos químicos, farmacêuticos e automóveis), respondendo a indústria por cerca de 30% do PIB alemão.
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“Diferença sempre. Desigualdade, jamais!”. Foi com este pensamento que o ministro da Saúde, Arthur Chioro, encerrou sua fala no lançamento da campanha “Políticas de Equidade. Para Tratar Bem de Todos. Saúde da População em Situação de Rua”, ontem (19), em Brasília.
A campanha tem como objetivo valorizar a saúde como um direito humano de cidadania e ressaltar que as pessoas em situação de rua – independente das roupas, das condições de higiene, do uso de álcool e outras drogas ou da falta de documentação – têm o direito de serem atendidas no Sistema Único de Saúde.A inclusão da população em situação de rua na pauta do Ministério da Saúde segue um dos preceitos do SUS: a equidade. E tem relação direta com os conceitos de igualdade e de justiça. A equidade preconiza que o atendimento aos indivíduos aconteça de acordo com suas necessidades, oferecendo mais a quem mais precisa e menos a quem requer menos cuidados.
Meire Romão Reis, que está situação de rua, participou da campanha ilustrando o cartaz e comemora o lançamento. “Para mim está valendo demais. Quem sabe a campanha ajudará a mudar a situação que nos encontramos no momento. Assim, teremos um atendimento melhor para quem precisa mais”, disse ela.A Pesquisa Nacional Sobre a População em Situação de Rua 2008, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), estima que 50 mil adultos estejam atualmente nestas condições. A população de rua é caracterizada como um grupo de pessoas que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados, que habita em espaços públicos como ruas, praças, viadutos e, ocasionalmente, utiliza abrigos e albergues para pernoitar.
Segundo o MDS, essa população é composta predominantemente por homens (82%), negros (67%) e que exercem alguma atividade renumerada (70%). Entre os principais motivos que os levaram a sair de casa estão o alcoolismo/drogas (35,5%), o desemprego (29,8%) e os conflitos familiares (29,1%).
A pesquisa ainda revelou que 18,4% dos entrevistados já passaram por experiências de impedimento de receber atendimento na rede de saúde. De acordo com levantamento, 29,7% dos entrevistados afirmaram ter algum problema de saúde e 18,7% fazem uso de algum medicamento, sendo os postos e centros de saúde os principais meios de acesso a eles. Ainda segundo a pesquisa, 43,8% afirmam que inicialmente procuram as emergências/hospitais quando estão doentes e 27,4% procuram o posto de saúde.
Maria Lúcia Pereira, coordenadora do Movimento da População em Situação de Rua, reforça a importância da campanha. “Para nós este momento é um divisor de águas. É a validação da inclusão da população em situação de rua dentro do SUS. E é importante reafirmar a importância dos governos estaduais e municipais na atenção a este grupo. Ter acesso aos serviços de saúde, para nós que vivemos em situação de rua, é a diferença entre a vida e a morte”, disse.
Uma ação importante que o Ministério da Saúde tem desenvolvido para ampliar o acesso dessa população ao SUS é o Consultório na Rua. Atualmente, há 144 equipes de Consultórios na Rua, localizadas em 83 municípios, um crescimento de 80% em relação a 2012, quando havia 80 equipes. Saiba mais sobre esse atendimento na matéria do Blog da Saúde (http://www.blog.saude.gov.br/promocao-da-saude/50077-consultorio-na-rua-cuidado-para-todos). Além disso, em 2011, foi aprovada a Portaria nº 940, que dispensa a obrigatoriedade de apresentação de endereço de domicílio para aquisição do cartão SUS por pessoas vivendo nas ruas.
Outra medida importante foi à aprovação, em 2013, de um plano operativo que orienta os governos federal, estadual e municipal na implantação de estratégias e ações voltadas a essa população, como a criação de comitês técnicos e consultivos com a participação de representantes do movimento social e ações de promoção e vigilância em saúde.
Fonte: Gabriela Rocha/ Blog Saúde
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Ministério da Saúde espera vacinar 12 milhões de crianças de seis meses a menores de cinco anos. A campanha também serve para atualizar a caderneta infantil
A campanha de vacinação contra a poliomielite, que começou neste sábado (15), prossegue até o dia 31 de deste mês. Nas duas semanas da campanha, o Ministério da Saúde espera imunizar, pelo menos, 12 milhões de crianças na faixa etária de seis meses a cinco anos incompletos, o que representa 95% do público-alvo.
Além da proteção contra a paralisia infantil, a campanha será a oportunidade para colocar a vacinação em dia. Para isso, é fundamental que os pais levem a caderneta das crianças para ser avaliada. As vacinas em atraso podem ser administradas, na hora, pelo profissional de saúde.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, lembra que, apesar do Brasil não apresentar casos da doença desde 1990, é importante dar continuidade à imunização das crianças, para evitar que a poliomielite volte a circular no país. A doença foi erradicada em 1994.
“Nos últimos dois anos, a doença infectou pessoas em nove países, da África e Ásia, por isso é extremamente importante seguir a orientação da Organização Mundial da Saúde e vacinar o máximo possível de crianças. Vamos aproveitar também para colocar a caderneta das crianças em dia com a atualização de outras vacinas", reforçou Chioro.
Com a campanha de atualização, o Ministério da Saúde busca aumentar a cobertura vacinal e diminuir o risco de transmissão de doenças que podem ser evitadas, além de reduzir as taxas de abandono. Durante a campanha, serão disponibilizadas vacinas contra tuberculose, rotavírus, sarampo, rubéola, coqueluche, caxumba, varicela, meningites, febre amarela, hepatites, difteria e tétano, entre outras.
Crianças que nunca foram vacinadas contra a poliomielite não receberão as gotinhas na campanha. Por estarem iniciando o esquema vacinal, elas devem ser imunizadas com a vacina inativada poliomielite (VIP injetável), aplicada aos dois e quatro meses de vida. Já aos seis meses, a criança deve receber uma dose da vacina oral e outra de reforço aos 15 meses (confiram tabela abaixo).
APLICATIVO – O Ministério da Saúde disponibiliza o aplicativo Vacinação em Dia para facilitar o gerenciamento das cadernetas de vacinação para toda a família. A ferramenta é uma forma fácil de acompanhar o calendário de vacinação de crianças e adultos, marcando a data da imunização e agendando a próxima. Estão disponíveis informações sobre todas as vacinas ofertadas pelo SUS e o usuário poderá cadastrar até 10 carteiras de vacinação.
O aplicativo tem também a função de lembrete, com notificações sobre as campanhas sazonais de vacinação. É possível calcular ainda, a partir da inserção da primeira vacina no calendário, quando o usuário deve comparecer ao posto para uma nova imunização. Os calendários de vacinação cadastrados no aplicativo Vacinação em Dia também podem ser enviados via e-mail para impressão. A ferramenta funciona em tablets e smartphones, que utilizem sistemas operacionais iOS e Android.
Com o slogan “Você é o protetor do seu filho”, a campanha publicitária já está sendo veiculada desde domingo (9). As peças mostram a responsabilidade dos pais de levar as crianças para serem vacinadas. Até o dia 31 de agosto, as mensagens serão veiculadas na TV aberta e fechada, rádio, internet, redes sociais e aplicativos de mobile.
SEGURANÇA - A vacina é extremamente segura e protege contra os três sorotipos do poliovírus 1, 2 e 3. A eficácia da imunização é em torno de 90% a 95%. Não existe tratamento para a poliomielite e a única forma de prevenção é a vacina. Ela é recomendada, até mesmo, para as crianças que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia. Já, para crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina, o Ministério da Saúde recomenda aos pais que consultem um médico para avaliar se a imunização é indicada.
POLIOMIELITE - O Brasil está livre da poliomielite desde 1990 e, em 1994, o país recebeu, da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem em seu território. Entretanto, nove países registraram casos em 2014 e 2015. Em três países - Nigéria, Paquistão e Afeganistão - a poliomielite é endêmica. Nos outros seis (Somália, Guiné Equatorial, Iraque, Camarões, Síria e Etiópia) os casos registrados da doença foram decorrentes de importação do poliovírus selvagem. Por isso, a vacinação é fundamental para que casos de paralisia infantil não voltem a ser registrados no Brasil.
A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.
O Brasil é referência mundial em vacinação e o Sistema Único de Saúde (SUS) garante à população brasileira acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente, são disponibilizadas pela rede pública de saúde, de todo o país, 17 vacinas que integram o Calendário Nacional e combatem mais de 20 doenças, em diversas faixas etárias.
Esquema sequencial de vacinação contra a poliomielite
A campanha de vacinação contra a poliomielite, que começou neste sábado (15), prossegue até o dia 31 de deste mês. Nas duas semanas da campanha, o Ministério da Saúde espera imunizar, pelo menos, 12 milhões de crianças na faixa etária de seis meses a cinco anos incompletos, o que representa 95% do público-alvo.
Além da proteção contra a paralisia infantil, a campanha será a oportunidade para colocar a vacinação em dia. Para isso, é fundamental que os pais levem a caderneta das crianças para ser avaliada. As vacinas em atraso podem ser administradas, na hora, pelo profissional de saúde.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, lembra que, apesar do Brasil não apresentar casos da doença desde 1990, é importante dar continuidade à imunização das crianças, para evitar que a poliomielite volte a circular no país. A doença foi erradicada em 1994.
“Nos últimos dois anos, a doença infectou pessoas em nove países, da África e Ásia, por isso é extremamente importante seguir a orientação da Organização Mundial da Saúde e vacinar o máximo possível de crianças. Vamos aproveitar também para colocar a caderneta das crianças em dia com a atualização de outras vacinas", reforçou Chioro.
Com a campanha de atualização, o Ministério da Saúde busca aumentar a cobertura vacinal e diminuir o risco de transmissão de doenças que podem ser evitadas, além de reduzir as taxas de abandono. Durante a campanha, serão disponibilizadas vacinas contra tuberculose, rotavírus, sarampo, rubéola, coqueluche, caxumba, varicela, meningites, febre amarela, hepatites, difteria e tétano, entre outras.
Crianças que nunca foram vacinadas contra a poliomielite não receberão as gotinhas na campanha. Por estarem iniciando o esquema vacinal, elas devem ser imunizadas com a vacina inativada poliomielite (VIP injetável), aplicada aos dois e quatro meses de vida. Já aos seis meses, a criança deve receber uma dose da vacina oral e outra de reforço aos 15 meses (confiram tabela abaixo).
APLICATIVO – O Ministério da Saúde disponibiliza o aplicativo Vacinação em Dia para facilitar o gerenciamento das cadernetas de vacinação para toda a família. A ferramenta é uma forma fácil de acompanhar o calendário de vacinação de crianças e adultos, marcando a data da imunização e agendando a próxima. Estão disponíveis informações sobre todas as vacinas ofertadas pelo SUS e o usuário poderá cadastrar até 10 carteiras de vacinação.
O aplicativo tem também a função de lembrete, com notificações sobre as campanhas sazonais de vacinação. É possível calcular ainda, a partir da inserção da primeira vacina no calendário, quando o usuário deve comparecer ao posto para uma nova imunização. Os calendários de vacinação cadastrados no aplicativo Vacinação em Dia também podem ser enviados via e-mail para impressão. A ferramenta funciona em tablets e smartphones, que utilizem sistemas operacionais iOS e Android.
Com o slogan “Você é o protetor do seu filho”, a campanha publicitária já está sendo veiculada desde domingo (9). As peças mostram a responsabilidade dos pais de levar as crianças para serem vacinadas. Até o dia 31 de agosto, as mensagens serão veiculadas na TV aberta e fechada, rádio, internet, redes sociais e aplicativos de mobile.
SEGURANÇA - A vacina é extremamente segura e protege contra os três sorotipos do poliovírus 1, 2 e 3. A eficácia da imunização é em torno de 90% a 95%. Não existe tratamento para a poliomielite e a única forma de prevenção é a vacina. Ela é recomendada, até mesmo, para as crianças que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia. Já, para crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina, o Ministério da Saúde recomenda aos pais que consultem um médico para avaliar se a imunização é indicada.
POLIOMIELITE - O Brasil está livre da poliomielite desde 1990 e, em 1994, o país recebeu, da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem em seu território. Entretanto, nove países registraram casos em 2014 e 2015. Em três países - Nigéria, Paquistão e Afeganistão - a poliomielite é endêmica. Nos outros seis (Somália, Guiné Equatorial, Iraque, Camarões, Síria e Etiópia) os casos registrados da doença foram decorrentes de importação do poliovírus selvagem. Por isso, a vacinação é fundamental para que casos de paralisia infantil não voltem a ser registrados no Brasil.
A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.
O Brasil é referência mundial em vacinação e o Sistema Único de Saúde (SUS) garante à população brasileira acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente, são disponibilizadas pela rede pública de saúde, de todo o país, 17 vacinas que integram o Calendário Nacional e combatem mais de 20 doenças, em diversas faixas etárias.
Esquema sequencial de vacinação contra a poliomielite
Idade
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Qual a vacina
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2 meses
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Vacina inativada poliomielite – VIP
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4 meses
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VIP (injetável)
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6 meses
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Vacina oral poliomielite – VOP
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15 meses
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VOP (reforço)
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Notícias
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou nesta sexta-feira (14) a suspensão da venda de 73 planos de saúde de 15 operadoras a partir de quinta-feira (20), como punição ao descumprimento de prazos e por negativas indevidas de coberturas assistenciais contratadas pelo cliente.
De acordo com a agência, mais de 3 milhões de beneficiários serão diretamente protegidos, uma vez que as operadoras terão de resolver os problemas assistenciais para que possam receber novos consumidores.
Em nota, o diretor-presidente da ANS, José Carlos de Souza Abrahão, informou que a suspensão da comercialização de planos de saúde é uma das medidas preventivas aplicadas pela agência, "de modo a induzir as operadoras a melhorar a qualidade do atendimento prestado aos beneficiários".
“Este acompanhamento às operadoras de planos de saúde é permanente e contínuo. A divulgação dos dados apurados é feita pela ANS a cada três meses”, afirmou Abrahão.
Além de interromper a venda, as operadoras que negaram indevidamente cobertura podem receber multa entre R$ 80 mil e R$ 100 mil.
A ANS informou que 52 planos de saúde com venda interrompida poderão voltar a ser comercializados, já que comprovaram melhoria no atendimento.
O monitoramento ocorreu entre 19 de março e 18 de junho deste ano. Nesse período, a ANS recebeu 21.273 reclamações de beneficiários pelos seus canais de relacionamento, das quais 6.509 relacionadas a temas não assistenciais (contratos e reajuste, por exemplo) e 14.276 a cobertura assistencial.
Segundo a agência, desde o início do programa de monitoramento, 1.140 planos de 155 operadoras tiveram as vendas suspensas e outros 976 voltaram ao mercado após comprovar melhorias no atendimento.
Veja os planos de saúde que tiveram a venda suspensa:
SALUTAR SAÚDE SEGURADORA S/A
467305121 Especial Adesão sem Coparticipação sem Franquia
467308125 Executivo Top Adesão sem Coparticipação sem Franquia
467306129 Especial Top Adesão sem Coparticipação sem Franquia
457018089 ESPECIAL TOP
467307127 Executivo Adesão sem Coparticipação sem Franquia
467305121 Especial Adesão sem Coparticipação sem Franquia
467308125 Executivo Top Adesão sem Coparticipação sem Franquia
467306129 Especial Top Adesão sem Coparticipação sem Franquia
457018089 ESPECIAL TOP
467307127 Executivo Adesão sem Coparticipação sem Franquia
UNIMED PAULISTANA SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO
455209061 Integral Uniplan Adesão
701003996 MASTER
455215066 Supremo Uniplan Adesão
455211063 Padrão Uniplan Adesão
470435145 NEW BRONZE ENFERMARIA INDIVIDUAL
470423141 NEW BRONZE ENFERMARIA UNIPLAN EMPRESARIAL
455233064 Padrão Apartamento Adesão
467984129 UP OURO UNIPLAN ADESAO
445908033 PADRÃO
468674138 Original UP Enfermaria Empresarial
455235061 Padrão Apartamento Individual
455234062 Padrão Apartamento Empresarial
445903032 SUPREMO
445917032 SUPREMO
459389098 Padrão Apartamento Uniplan Adesão
470428142 PADRÃO ADV ENFERMARIA UNIPLAN COPARTICIPAÇÃO EMPRESARIAL
455244060 Supremo Uniplan Empresarial
470431142 PADRÃO ADV ENFERMARIA UNIPLAN EMPRESARIAL
459378092 Padrão Apartamento Uniplan Empresarial
701002998 PLENO
467975120 UP BRONZE ENFERMARIA UNIPLAN COPARTICIPACAO EMPRESARIAL
455236069 Padrão Uniplan Empresarial
455209061 Integral Uniplan Adesão
701003996 MASTER
455215066 Supremo Uniplan Adesão
455211063 Padrão Uniplan Adesão
470435145 NEW BRONZE ENFERMARIA INDIVIDUAL
470423141 NEW BRONZE ENFERMARIA UNIPLAN EMPRESARIAL
455233064 Padrão Apartamento Adesão
467984129 UP OURO UNIPLAN ADESAO
445908033 PADRÃO
468674138 Original UP Enfermaria Empresarial
455235061 Padrão Apartamento Individual
455234062 Padrão Apartamento Empresarial
445903032 SUPREMO
445917032 SUPREMO
459389098 Padrão Apartamento Uniplan Adesão
470428142 PADRÃO ADV ENFERMARIA UNIPLAN COPARTICIPAÇÃO EMPRESARIAL
455244060 Supremo Uniplan Empresarial
470431142 PADRÃO ADV ENFERMARIA UNIPLAN EMPRESARIAL
459378092 Padrão Apartamento Uniplan Empresarial
701002998 PLENO
467975120 UP BRONZE ENFERMARIA UNIPLAN COPARTICIPACAO EMPRESARIAL
455236069 Padrão Uniplan Empresarial
ODONTOPREV S/A
401862981 INTEGRAL CERD
471200145 PADRÃO DOC SPG CELE
401866984 MASTER CERD
455739075 Bradesco Dental Premium Top CE IO
439460027 FIRST EXTRA CP CERD
465149119 BRADESCO DENTAL INDIVIDUAL IDEAL I - IF LE
437328026 INTEGRAL CP CELE
421757998 Empresarial Dental Plano Top 1
467724122 BRADESCO DENTAL INDIVIDUAL IDEAL III - IF LE
421743998 Empresarial Dental Plano Padrão 1
401862981 INTEGRAL CERD
471200145 PADRÃO DOC SPG CELE
401866984 MASTER CERD
455739075 Bradesco Dental Premium Top CE IO
439460027 FIRST EXTRA CP CERD
465149119 BRADESCO DENTAL INDIVIDUAL IDEAL I - IF LE
437328026 INTEGRAL CP CELE
421757998 Empresarial Dental Plano Top 1
467724122 BRADESCO DENTAL INDIVIDUAL IDEAL III - IF LE
421743998 Empresarial Dental Plano Padrão 1
COOPERATIVA DE USUÁRIOS ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR DO SICOOB LTDA - VIVAMED SAÚDE
462003108 Viva Plus Enfermaria
465991111 VIVA EMPRESA PLUS ENFERMARIA
462003108 Viva Plus Enfermaria
465991111 VIVA EMPRESA PLUS ENFERMARIA
COOPERATIVA DE USUÁRIOS ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR DO SICOOB LTDA - VIVAMED SAÚDE
470927146 Super Sim I Emp R1 ASC
470927146 Super Sim I Emp R1 ASC
ASSISTENCIA MEDICO HOSPITALAR SAO LUCAS S/A
469274138 PLANO ESSENCIAL PJ
460341099 PLANO AMBULATORIAL HOSPITALAR OBSTÉTRICO - BRONZE
469636131 PLANO IDEAL PF C/CO
469639135 PLANO IDEAL ADESÃO
469274138 PLANO ESSENCIAL PJ
460341099 PLANO AMBULATORIAL HOSPITALAR OBSTÉTRICO - BRONZE
469636131 PLANO IDEAL PF C/CO
469639135 PLANO IDEAL ADESÃO
W.S. - ADMINISTRADORA DE PLANOS DE SAUDE E ODONTOLOGICO LTDA.
466448125 LIFE BRONZE
466448125 LIFE BRONZE
FUNDAÇÃO ASSISTENCIAL DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO DA FAZENDA
466490126 ASSEFAZ RUBI APARTAMENTO EMPRESARIAL
466498121 ASSEFAZ DIAMANTE APARTAMENTO EMPRESARIAL
466490126 ASSEFAZ RUBI APARTAMENTO EMPRESARIAL
466498121 ASSEFAZ DIAMANTE APARTAMENTO EMPRESARIAL
MEDISANITAS BRASIL ASSISTÊNCIA INTEGRAL À SAÚDE S/A.
468739136 MEDISANITAS ESPECIAL ENFERMARIA CE
465097112 CONTRATO INDIVIDUAL E FAMILIAR - PRATA
468743134 PLANO SATURNO ENFERMARIA
468739136 MEDISANITAS ESPECIAL ENFERMARIA CE
465097112 CONTRATO INDIVIDUAL E FAMILIAR - PRATA
468743134 PLANO SATURNO ENFERMARIA
PROMED ASSISTENCIA MEDICA LTDA
470207137 Promed Executivo - Enfermaria
412187992 PROMED GOLD ENF
412186994 PROMED EXECUTIVO APART
470207137 Promed Executivo - Enfermaria
412187992 PROMED GOLD ENF
412186994 PROMED EXECUTIVO APART
COOPUS - COOPERATIVA DE USUÁRIOS DO SISTEMA DE SAÚDE DE CAMPINAS
461455101130.1.20 CA
461455101130.1.20 CA
UNIMED-RIO COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO DO RIO DE JANEIRO
467691122 Unimed Alfa 2
467683121 Unimed Alfa 2
467669126 Unimed Beta 2
468245129 UniPart Alfa 2
467662129 Unimed Ômega Plus
470458144 Unimed Delta 2 (0114)
467693129 Unimed Beta 2
470453143 Unimed Ômega Plus Dental (0114)
467701123 Unimed Ômega Plus Dental
468252121 UniPart Beta 2
467680127 Unimed Delta 2 Dental PPE
470451147 Unipart Beta 2 (0114)
467694127 Unimed Delta 2
467677127 Unimed Beta 2 PPE
470452145 Unipart Alfa 2 (0114)
467691122 Unimed Alfa 2
467683121 Unimed Alfa 2
467669126 Unimed Beta 2
468245129 UniPart Alfa 2
467662129 Unimed Ômega Plus
470458144 Unimed Delta 2 (0114)
467693129 Unimed Beta 2
470453143 Unimed Ômega Plus Dental (0114)
467701123 Unimed Ômega Plus Dental
468252121 UniPart Beta 2
467680127 Unimed Delta 2 Dental PPE
470451147 Unipart Beta 2 (0114)
467694127 Unimed Delta 2
467677127 Unimed Beta 2 PPE
470452145 Unipart Alfa 2 (0114)
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE MAUÁ
468925139 OPÇÃO SAÚDE 21
468931133 OPÇÃO SAÚDE 32
468925139 OPÇÃO SAÚDE 21
468931133 OPÇÃO SAÚDE 32
OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE SERRA IMPERIAL LTDA.
457672081 PLANO MEMORIAL TOP 28
457672081 PLANO MEMORIAL TOP 28
ECOLE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA
439023027 Ecole Básico
439023027 Ecole Básico
A lista de planos suspensos está disponível no site da ANS. Clique aqui
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