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BETTO CASTRO. Tecnologia do Blogger.

Dicas de Saúde

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Fique Sabendo

O olho inchado significa que existe excesso de líquido (edema) no tecido conjuntivo em volta do olho, especialmente nas pálpebras. O inchaço nos olhos pode ter muitas causas. Entre as mais comuns estão a retenção de líquidos, alergias, insônia e choro excessivo. Normalmente o inchaço nesta região é fácil de resolver com algumas receitas caseiras, mas há casos de doenças em que o inchaço não pode ser negligenciado e até necessita de intervenção cirúrgica imediata, como no caso de algumas doenças a seguir.
  Olhos inchados podem ser um sintoma para pouca preocupação, mas podem esconder um problema grave como, por exemplo, doenças renais. Neste caso, a causa pode ser por retenção de líquido e seu alívio depende de um tratamento especifico indicado por um profissional da área da saúde. É necessário observar se há mais algum sintoma além do inchaço nos olhos. Inchaços sem acompanhamento de outros sintomas pode indicar alergia por medicamentos ou intoxicação alimentar. Também provoca inchaço nos olhos as conjuntivites e o tersol ou calázio, estas com sintomatologia de dor ou sensação de areia.
 A conjuntivite é uma doença comum que provoca a inflamação de toda a região ocular, causando inchaço, vermelhidão, ardência e lacrimejamento constante. Para aliviar o incomodo, compressas e lavagens com água em abundancia ou soro fisiológico ajudam muito. O uso dos colírios é restrito e necessita de prescrição médica para não agravar a doença.
O hordéolo, conhecido popularmente como terçol, é uma infecção da glândula zeis. Esta infecção forma um pequeno nódulo na borda da pálpebra, normalmente vermelho e bem dolorido. Geralmente o terçol é causado por uma bactéria ou por poeira em contato com os olhos. Resíduos de maquiagem também podem ser o causador da infecção, por esse motivo é muito importante não compartilhar maquiagens devido ao grande risco de contaminação. Compressas quentes podem ajudar a aliviar o incômodo. Os sintomas são dor, vermelhidão, rigidez local e dificuldades ao piscar. Caso o nódulo seja grande demais ou causar muita dor, é necessário intervenção médica.
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O que é Síndrome de Guillain-Barré?

A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico do corpo ataca parte do próprio sistema nervoso por engano. Isso leva à inflamação dos nervos, que provoca fraqueza muscular.

Tipos

Antigamente, acreditava-se que a Síndrome de Guillain-Barré era uma doença de um tipo só. Agora sabe-se que ela pode ocorrer de diversas formas, como:

Polirradiculoneuropatia Desmielinizante Inflamatória Aguda (AIDP)

É o tipo mais comum nos Estados Unidos. O sinal mais comum dessa forma da doença é a fraqueza muscular que começa na parte inferior do seu corpo e se espalha para cima.

Síndrome de Miller Fisher (MFS)

Aqui, a paralisia começa nos olhos. A MFS também está associada ao caminhar instável e ocorre em cerca de 5% dos pacientes com a Síndrome de Guillain-Barré. É mais comum na Ásia do que em qualquer outro lugar no mundo.

Outros

Neuropatia Motora Axonal Aguda e Neuropatia Motor-sensorial Axonal Aguda são tipos menos comuns nos Estados Unidos e são mais frequentes na China, no Japão e também no México.

Causas

O Ministério da Saúde confirmou que a infecção pelo Zika Vírus pode provocar também à Síndrome de Guillain-barré. No Brasil, a ocorrência de síndromes neurológicas relacionadas ao vírus Zika foi confirmada após investigações da Universidade Federal de Pernambuco, a partir da identificação do vírus em amostra de seis pacientes com sintomas neurológicos com histórico de doença exantemática. Deste total, quatro foram confirmadas com doença de Guillain-barré.
Na síndrome de Guillain-Barré, o sistema imunológico de uma pessoa, que é responsável pela defesa do corpo contra organismos invasores, começa a atacar os próprios nervos, danificando-os gravemente.
O dano nervoso provocado pela doença provoca formigamento, fraqueza muscular e até mesmo paralisia. A síndrome de Guillain-Barré costuma afetar mais frequentemente o revestimento do nervo (chamado de bainha de mielina). Essa lesão é chamada de desmielinização e faz com que os sinais nervosos se propaguem mais lentamente. O dano a outras partes do nervo pode fazer com que este deixe de funcionar completamente.

Fatores de risco

A síndrome de Guillain-Barré pode afetar todos os grupos etários. Pessoas inseridas dentro de determinados grupos podem estar sob maior risco do que outras, especialmente pessoas do sexo masculino e adultos mais velhos. Além disso, a síndrome pode ser desencadeada por:
  • Mais comumente, por uma infecção com a Campylobacter, um tipo de bactéria frequentemente encontrada em aves mal cozidas
  • Vírus Influenza
  • Vírus de Epstein-Barr
  • HIV, o vírus da Aids
  • Pneumonia
  • Cirurgia
  • Linfoma de Hodgkin
  • Raramente, vacinas da gripe ou a vacinação infantil.

Sintomas de Síndrome de Guillain-Barré

Os sintomas típicos incluem:
  • Perda de reflexos em braços e pernas
  • Hipotensão ou baixo controle da pressão arterial
  • Em casos brandos, pode haver fraqueza em vez de paralisia
  • Pode começar nos braços e nas pernas ao mesmo tempo
  • Pode piorar em 24 a 72 horas
  • Pode ocorrer somente nos nervos da cabeça
  • Pode começar nos braços e descer para as pernas
  • Pode começar nos pés e nas pernas e subir para os braços e a cabeça
  • Dormência
  • Alterações da sensibilidade
  • Sensibilidade ou dor muscular (pode ser cãibra)
  • Movimentos descoordenados
Outros sintomas podem ser:
  • Visão turva
  • Descoordenação e quedas
  • Dificuldade para mover os músculos do rosto
  • Contrações musculares
  • Palpitações (sentir os batimentos cardíacos)
Os sintomas da Síndrome de Guillain-Barré podem piorar rapidamente. Os sintomas mais graves podem demorar apenas algumas horas para aparecer, mas a fraqueza que aumenta ao longo de vários dias é normal.
A fraqueza muscular ou a paralisia afeta os dois lados do corpo. Na maioria dos casos, a fraqueza começa nas pernas e depois se propaga para os braços. Isso é chamado de paralisia ascendente.
Os pacientes podem notar formigamento, dor nos pés ou nas mãos e descoordenação. Se a inflamação afetar os nervos do diafragma e do peito, e se houver fraqueza nesses músculos, a pessoa poderá necessitar de assistência respiratória.

Buscando ajuda médica

Alguns sintomas são emergenciais. Isso quer dizer que, se você senti-los, você deve procurar ajuda médica imediata. São eles:
  • Respiração interrompida temporariamente
  • Não conseguir respirar profundamente
  • Dificuldade para respirar
  • Dificuldade para engolir
  • Babar
  • Desmaios
  • Sentir vertigem ao se levantar
  • Perda de movimentos.

Na consulta médica

Marque uma consulta com um neurologista. No consultório, procure descrever detalhadamente todos os seus sintomas. Isso ajudará o médico a entender melhor seu caso e conseguirá fazer o diagnóstico com mais precisão. Procure esclarecer suas dúvidas também. Pergunte o que achar necessário perguntar ao especialista.
Responda também às perguntas que ele poderá lhe fazer. Veja exemplos:
  • Quais partes de seu corpo estão sendo afetadas pelos sintomas?
  • Quando os seus sintomas começaram?
  • Seus sintomas são ocasionais ou frequentes? Eles começaram de repente ou gradativamente?
  • Você tem sentido fraqueza muscular? Em apenas um lado ou em ambos os lados do corpo?
  • Você tem tido dificuldade para respirar ou para engolir?

Diagnóstico de Síndrome de Guillain-Barré

A Síndrome de Guillain-Barré pode ser difícil de diagnosticar em seus estágios iniciais. Os sinais e sintomas são semelhantes aos de outras desordens neurológicas e eles podem variar de pessoa para pessoa.
Seu médico provavelmente começará seu diagnóstico fazendo perguntas sobre seu histórico clínico. Um histórico de fraqueza muscular crescente e paralisia pode ser um sinal da síndrome de Guillain-Barré, principalmente se houve uma doença recente.
Um exame médico pode mostrar fraqueza muscular e problemas nas funções involuntárias (autonômicas) do corpo, como pressão arterial e frequência cardíaca. O exame também pode mostrar se os reflexos, como os do joelho, estão diminuídos ou ausentes.
Pode haver sinais de diminuição da respiração causada por paralisia dos músculos respiratórios.
Os seguintes exames podem ser solicitados:
  • Amostra do líquido cefalorraquidiano (punção lombar)
  • Eletrocardiograma (ECG)
  • Eletromiografia (EMG), que testa a atividade elétrica nos músculos
  • Exame de velocidade de condução nervosa
  • Exames de função pulmonar

Tratamento de Síndrome de Guillain-Barré

Não existe cura para a síndrome de Guillain-Barré. Entretanto, há muitos tratamentos disponíveis para ajudar a reduzir os sintomas, tratar as possíveis complicações e acelerar a recuperação do paciente.
Quando os sintomas são graves, a hospitalização será recomendada para dar continuidade a um tipo de tratamento mais específico, que pode incluir aparelhos de respiração artificial.
Nos estágios iniciais da doença, tratamentos que removem ou bloqueiem a ação dos anticorpos que estão atacando as células nervosas podem reduzir a gravidade e a duração dos sintomas da Síndrome de Guillain-Barré.
Um desses métodos é chamado de plasmaferese e é usado para remover os anticorpos do sangue. O processo envolve extrair sangue do corpo, geralmente do braço, bombeá-lo a uma máquina que remove anticorpos e depois enviá-lo novamente ao corpo.
Outro método é bloquear os anticorpos usando altas doses de imunoglobulina. Nesse caso, as imunoglobulinas são adicionadas ao sangue em grandes quantidades, bloqueando os anticorpos que causam a inflamação.
Outros tratamentos disponíveis têm por objetivo prevenir complicações.
  • Podem ser utilizados anticoagulantes para prevenir coágulos sanguíneos
  • Se o diafragma estiver debilitado, pode ser necessário o uso de um auxílio respiratório ou até mesmo de um tubo e um ventilador respiratórios
  • A dor é tratada com remédios anti-inflamatórios e narcóticos, se necessário
  • O posicionamento adequado do corpo ou um tubo de alimentação podem ser empregados para evitar engasgar durante a alimentação se os músculos usados para deglutição estiverem debilitados.

Medicamentos para Síndrome de Guillain-Barré

Os medicamentos mais usados para o tratamento da síndrome de Guillain-Barré são:
  • Doxiciclina
Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Convivendo/ Prognóstico

Após os primeiros sinais e sintomas, a doença tende a agravar-se progressivamente para cerca de duas semanas. Os sintomas atingem seu ápice em aproximadamente quatro semanas.
A recuperação começa logo depois, geralmente com duração de seis meses a um ano, embora para algumas pessoas possa demorar até três anos.

Complicações possíveis

Se não for tratada, a síndrome pode evoluir algumas complicações de saúde graves:
  • Dificuldade para respirar (insuficiência respiratória)
  • Contraturas das articulações ou outras deformidades
  • Trombose venosa profunda (coágulos sanguíneos que se formam quando alguém está inativo ou confinado a uma cama)
  • Maior risco de infecções
  • Pressão arterial baixa ou instável
  • Paralisia permanente
  • Pneumonia
  • Lesões na pele (úlceras)
  • Aspiração de alimentos ou líquidos para dentro do pulmão

Expectativas

A recuperação pode demorar semanas, meses ou anos, mas não existe cura para a síndrome de Guillain-Barré. A maioria das pessoas sobrevive e se recupera completamente. Sintomas de fraqueza podem persistir em algumas pessoas por muitos anos mesmo com tratamento.
É mais provável que o prognóstico do paciente seja muito bom se os sintomas desaparecerem dentro de três semanas do início da doença.
Fonte: Sociedade Brasileira de Neurologia
A pneumonia bacteriana é uma infecção grave dos pulmões que gera sintomas como tosse com catarro, febre e dificuldade em respirar,e que surge após uma gripe que não passa ou que piora ao longo do tempo.
Geralmente, a pneumonia bacteriana é causada pela bactéria em Streptococcos pneumoniae, no entanto, outros agentes etiológicos como Klebsiella pneumoniaeStaphyloccus aureusHaemophilus influenzaeLegionella peumophila também podem levar ao surgimento da doença.
A pneumonia bacteriana, normalmente, não é contagiosa e pode ser tratada em casa com a ingestão de antibióticos receitados pelo médico. Porém, no caso de bebês ou pacientes idosos, pode ser necessário internamento no hospital.
Transmissão da pneumonia bacteriana
A transmissão da pneumonia bacteriana é muito difícil e, por isso, o paciente não infeta pessoas saudáveis. Normalmente é mais frequente pegar pneumonia bacteriana por:
  • Entrada acidental de bactérias no pulmão vindas da boca, por engasgamento com alimentos, por exemplo;
  • Agravamento de uma gripe;
  • Bactérias vindas de outra infecção em algum local do corpo.
Assim, para prevenir o surgimento de pneumonia é recomendado lavar frequentemente as mãos, evitar permanecer em locais fechados com pouca ventilação de ar, como shopping centers e cinemas, e tomar a vacina contra gripe, especialmente no caso de crianças e idosos.
Como tratar a pneumonia bacteriana
O tratamento da pneumonia bacteriana pode ser feito em casa com repouso e uso de antibióticos, como Amoxicilina, Levofloxacina ou Ceftriaxona, por 7 a 14 dias, de acordo com a recomendação médica.
Em alguns casos, o médico pode recomendar que o tratamento seja complementado com sessões diárias de fisioterapia respiratória para retirar as secreções dos pulmões e facilitar a respiração.
Já nos casos mais graves, ou no caso de bebês e pacientes idosos, pode ser necessário ficar internado no hospital para fazer antibióticos diretamente na veia e receber oxigênio.
Sintomas da Pneumonia Bacteriana
Os sintomas da pneumonia bacteriana podem incluir:
  • Tosse com muito catarro;
  • Febre alta, acima de 39º;
  • Dificuldade para respirar;
  • Falta de ar;
  • Dor no peito.
O diagnóstico da pneumonia bacteriana pode ser feito por um clínico geral ou um médico pneumologista através de exames, como raio X do tórax, tomografia computadorizada do tórax, exame de sangue ou exame de catarro, por exemplo.
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O que é?

A histerectomia é a cirurgia de retirada do útero, geralmente realizada por um ginecologista. Vários motivos podem levar uma mulher a recorrer à intervenção, como, por exemplo, miomas, câncer de colo do útero e outros. A histerectomia é um recurso utilizado não só em casos avançados de câncer, mas também como medida preventiva.
Para entendermos a histerectomia, primeiro vamos falar um pouco sobre o útero. Ele pesa por volta de 90 gramas e cabem no seu interior cerca de 5 ml de líquido, sendo que no final da gestação chega a pesar mais de 1kg, com capacidade de armazenar mais de cinco litros. Ele está fixo na altura do colo uterino, fazendo saliência para a vagina.
Após a apendicectomia (retirada do apêndice), a histerectomia é a segunda cirurgia mais realizada no mundo. Calcula-se que no Brasil de 20% a 30% das mulheres serão submetidas a esta intervenção até a sexta década de vida, aproximadamente 200 mil casos por ano. Nos EUA, este número gira em torno de 600 mil por ano.

Tipos

Dependendo da razão para a histerectomia, o cirurgião pode escolher remover a totalidade ou apenas uma parte do útero. Em uma histerectomia supracervial ou subtotal, um cirurgião remove apenas a parte superior do útero, mantendo o colo do útero no lugar. Já a histerectomia total remove todo o útero e colo do útero.
Em uma histerectomia radical, um cirurgião remove todo o útero, os tecidos e ligamentos ao lado do útero, o colo do útero e a parte superior da vagina. Histerectomia radical geralmente só é feita quando o câncer está presente. Dependendo, os ovários também podem ser removidos em uma histerectomia.

A histerectomia pode ser parcial, total ou radical. No último caso, todas as estruturas da ilustração são retiradas

O procedimento pode ser feito de várias formas:
Histerectomia abdominal
Nesse procedimento, é feito um corte na região do abdômen, pelo qual o cirurgião retira o útero da paciente. Aproximadamente 65% das histerectomias são realizadas por meio deste procedimento no mundo todo.
Histerectomia vaginal
É um procedimento cirúrgico para remover o útero através da vagina. Durante uma histerectomia vaginal, o cirurgião separa o útero dos ovários, trompas de Falópio e da parte superior da vagina, assim como o separa dos vasos sanguíneos e do tecido conjuntivo que o suporta. O útero é então removido através da vagina.
A histerectomia vaginal envolve um menor tempo no hospital, menor custo e uma recuperação mais rápida do que uma histerectomia abdominal, que exige uma incisão na parte inferior do abdômen. No entanto, se o seu útero está aumentado de volume, a histerectomia vaginal pode não ser possível.
Histerectomia laparoscópica
Realizada por meio de laparoscopia, ou seja, o cirurgião insere um tubo muito fino através de pequeninos cortes realizados na barriga da paciente. Por meio de uma câmera e uma fonte de luz (ótica) instaladas na ponta deste tubo, o médico realiza a cirurgia visualizando o interior da cavidade abdominal por meio de uma tela de vídeo.
A histerectomia laparoscópica também pode ser vaginal. Nesse procedimento, o cirurgião realiza a operação por meio de laparoscopia vaginal, inserindo o mesmo tubo fino por dentro da vagina da paciente.
Histerectomia robótica
É exatamente igual à histerectomia via laparoscopia, só que com um moderno sistema em que robôs realizam todo o trabalho. Neste caso, o cirurgião acompanha todo o procedimento por meio de uma câmera que oferece imagens tridimensionais da histerectomia.

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Fontanela ou simplesmente moleira, essa fenda que é o espaço que o bebê tem entre os ossos da caixa craniana e que serve desde auxilio como função de mola na hora do parto, para facilitar a passagem pelo canal vaginal até quando o bebê ainda esta em desenvolvimento e permite o crescimento adequado do cérebro da criança. Porém a cranioestenose acontece quando acontece o fechamento prematuro da fontanela dando origem a problemas para o bebê.
Normalmente a cranioestenose começa a aparecer por volta dos 3, 4 meses de vida, período em que o cérebro ainda está em formação e expandindo dentro da caixa craniana. Os problemas que a cranioestenose trazem são todos ligados a essa expansão cerebral, como a fontanela fecha antes do tempo, precocemente esse espaço para o cérebro do bebê crescer fica restrito e então ele pode ter algunsproblemas neurológicos com o desenvolvimento normal do cérebro. Além de comprometer a caixa craniana com más formações, a cranioestenose pode favorecer em casos mais graves a compressão do cérebro pode levar a lesões neurológicas e trazer muitos riscos para a criança.
A cranioestenose não tem um motivo concreto para acontecer, pode aparecer por diversos motivos, entre eles uso de algumas medicações na gravidez, fatores genéticos, má formação intra útero ou até mesmo uma infecção que a mãe e bebê possam ter durante o desenvolvimento fetal da criança. A doença pode ser diagnosticada através de exames de imagem como ressonância magnética e também um simples raio x, porém o tratamento só tem uma alternativa: A cirurgia.

A cirurgia de fontanela fechada

O procedimento consiste na reconstrução da caixa craniana do bebê. A cirurgia de fontanela abre
espaço para que o cérebro cresça e é muito invasiva mas que traz resultados muito satisfatórios. A criança que passa pela cirurgia tem a cranioestenose resolvida, pois placas são colocadas na reconstrução da cabeça e a deformidade se houver passa a ser mínima e o mais importante, a compressão cerebral é extinta. A grande maioria dos casos é detectada no consultório em uma visita de rotina com o pediatra responsável pelo acompanhamento. Caso haja suspeita de fontanela fechada, a mãe será orientada a levar a criança ao especialista, neurologista pediátrico e assim fazer exames mais profundos para se ter um diagnostico preciso. João filho da Lorena está prestes a passar pela cirurgia, após receber o diagnóstico de cranioestenose.
Mais de 6,3 milhões de crianças ainda precisam ser vacinadas contra a paralisia infantil em todo o país. Balanço do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça-feira (25), indica que, até o momento, 6,4 milhões crianças foram imunizadas durante a 36ª Campanha Nacional contra a Poliomielite, que iniciou no dia 15 deste mês. A expectativa é vacinar, pelo menos, 12 milhões de crianças entre seis meses e cinco anos incompletos, o que representa 95% do público-alvo, formado por 12,7 milhões. Vale destacar que todas as crianças nessa faixa-etária devem ser imunizadas, mesmo que já tenham completado o esquema vacinal contra a pólio. Neste caso, a dose servirá como reforço na proteção.
A campanha não tem perspectiva de prorrogação, portanto é essencial que pais e responsáveis levem as crianças nos postos de vacinação até a próxima segunda-feira (31). O objetivo da campanha, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com estados e municípios, é manter o país livre da pólio, uma vez que o último caso da doença foi registrado em 1989. Em 1994, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem. Entretanto, como alguns países da África e Ásia ainda apresentam casos da doença, é essencial manter a população vacinada, para garantir que a paralisia permaneça erradicada no Brasil.
“É fundamental que pais e responsáveis levem as crianças para receber a vacina até o dia 31 de agosto, para mantermos a pólio erradicada no Brasil. Até mesmo aquele pai que não possui mais a caderneta de vacinação e não se lembra quando foi a última dose, deve ir a um posto de vacinação. Como a campanha serve como reforço da vacinação, todas as crianças devem ser levadas às unidades de saúde para continuarem protegidas da paralisia infantil”, orienta o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Antônio Carlos Nardi.
Outras doenças, como sarampo e caxumba, também podem ser evitadas por meio da vacinação ainda na infância. Para isso, este ano o Ministério da Saúde realiza, juntamente com a campanha contra a pólio, ação para atualizar a caderneta de vacinação infantil. A orientação é que pais e responsáveis, quando levarem as crianças para receber a gotinha contra a paralisia, apresentem a caderneta ao profissional de saúde, que irá avaliar a necessidade da administração de outras vacinas. Assim, doses que estiverem em atraso poderão ser aplicadas na hora ou agendadas para outra data, mantendo o esquema vacinal da criança atualizado. Durante a campanha, serão disponibilizadas vacinas contra tuberculose, rotavírus, sarampo, rubéola, coqueluche, caxumba, varicela, meningites, febre amarela, hepatites, difteria e tétano, entre outras.
As crianças que ainda não iniciaram o esquema vacinal contra a poliomielite não receberão a gotinha, mas sim a dose injetável da vacina, que é aplicada aos dois e quatro meses de idade do bebê. A vacina de oral só é administrada depois que a criança já recebeu as duas doses injetáveis.
SEGURANÇA - A vacina contra a paralisia infantil é a única forma de prevenção contra a doença, que não possui tratamento. A vacina é segura e tem elevada eficácia entre 99% e 100%. Crianças com sintomas como tosse, coriza, rinite ou diarreia podem receber a vacina normalmente. Já crianças com infecções agudas, febre acima de 38ºC ou hipersensibilidade a algum componente da vacina devem ser avaliadas por um médico, que irá avaliar se a dose pode ser aplicada na hora ou se deve ser agendada.
POLIOMIELITE -  A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.
O Brasil é referência mundial em vacinação e o Sistema Único de Saúde (SUS) garante à população brasileira acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente, são disponibilizadas pela rede pública de saúde, de todo o país, 17 vacinas que integram o Calendário Nacional e combatem mais de 20 doenças, em diversas faixas etárias.
Esquema sequencial de vacinação contra a poliomielite
 Idade
Qual a vacina
2 meses
Vacina inativada poliomielite – VIP (injetável)
4 meses
VIP
6 meses
Vacina oral poliomielite – VOP
15 meses
VOP (reforço)
4 anos
VOP (reforço)

Os vasos sanguíneos são tubos dentro do nosso corpo, que fornecem sangue. Estes vasos sanguíneos estão localizados em toda as partes do corpo, incluindo no cérebro. Por vezes, a parede dos vasos de “sangue” no cérebro não são capaz de resistir a pressão arterial elevada. Tal anormalidade no mundo médico é conhecido como um Aneurisma Cerebral ou conhecimento como derrame cerebral, hemorragia cerebral, hemorragia subaracnoide.Devido à fragilidade da parede dos vasos e a pressão do sangue relativamente elevada, há possibilidade de que os vasos sanguíneos podem se romper. Quando isso ocorrem, o sangue se infiltra no cérebro causando um sintoma comum, que é conhecida como dor de cabeça. Ao longo do tempo, quando este problema é ignorada, a infiltração se transformar em um fluxo de sangue no cérebro, causando morte súbita do paciente.
Causas do Aneurisma Cerebral: O Aneurisma cerebral se desenvolvem com o enfraquecimento da parede de um vaso sanguíneo. porém, isso podem ocorre por vários fatores, como:
  • Fraqueza da parede dos vasos sanguíneo.
  • Infecção causada por fungos ou bactérias que afetam os vasos sanguíneos.
  • Hipertensão – O risco é maior para paciente que sofre de pressão arterial elevada.
  • Estresse.
  • Além de ser uma causa de pressão sanguínea elevada, a utilização de cigarros pode aumentar as chances de uma ruptura, provocando assim um Aneurisma Cerebral.
  • Aterosclerose.
  • Consumo excessivo de álcool.
  • Uso de drogas, especialmente cocaína.
  • Pessoas que tiveram um Aneurisma Cerebral são mais propensos a ter outro.
  • Em mulheres, com os níveis inferiores de estrogênio após a menopausa.
Sintomas do Aneurisma Cerebral: Os sintomas de um Aneurisma Cerebral é tão simples como dor de cabeça. Devido à simplicidade do próprio sintoma, muitos pacientes tendem a ignorar ou mesmo não ter consciência desta doença, além disso a fatalidade que pode ser causado por ela. entretanto, os sintomas dependem da localização do aneurisma, se ele se rompeu e da parte do cérebro que está sendo comprimida, mas podem incluir:
  • Perda da visão.
  • Visão dupla.
  • Dor nos olhos.
  • Dor de cabeça.
  • Pescoço rígido.
  • Dor no pescoço.
  • Perda de consciência.
  • Náuseas e vômitos.
  • Fotofobia.
  • Confusão mental.
  • Convulsões.
Tratamento Para o Aneurisma Cerebral: O tratamento para esta doença pode apenas ser tratada quando ainda está na fase inicial. A ação para superar essa doença é fazendo a cirurgia para limpar o sangue que se infiltra no cérebro. Isto é feito por aperto dos vasos sanguíneos para reduzir as fugas. No entanto, se o paciente tem ido para estágio grave, a probabilidade de ser salvo é muito pequena.
O seu médico vai pensar sobre várias coisas antes de decidir o melhor tratamento para você. Coisas que irão determinar o tipo de tratamento que você irá recebe incluem sua idade, tamanho do aneurisma, fatores de risco adicionais e a sua saúde geral.
Remédio caseiro para Queda de Cabelo é a base de folhas de amora, pó de moringa, raiz da alcaçuz e folhas de oliveira. A Queda de cabelo significa um grande incômodo para muitas pessoas, tanto para homens como as mulheres. porém, há Algumas ótimas opções de remédios caseiros para evitar a queda de cabelo.

Pode haver vários fatores por trás da Queda de cabelo, tais como efeitos ambientais, envelhecimento, muito estresse, excesso de fumo, deficiências nutricionais, desequilíbrio hormonal, fatores genéticos, infecções do couro cabeludo, o uso de produtos de cabelo erradas ou quimicamente enriquecido, certos medicamentos e condições médicas, como a tiróide desordem, doenças auto-imunes, síndrome dos ovários (SOP), anemia por deficiência de ferro policístico, e doenças crônicas. Então, confira essa ótima opção de Remédio Caseiro Para Queda de Cabelo.
INGREDIENTES:
  • Folhas de amora miúda.
  • Folhas ou pó de moringa.
  • Raiz de alcaçuz.
  • Folhas de oliveira.
MODO DE PREPARO:
  • Coloque as ervas em 1 litro de água fervente. deixe por mais 3 minutos e espere esfriar.
  • Coe e tome 1 xícara de chá, 5 vezes ao dia, durante 4 meses.